Na manhã desta terça-feira (24), os agentes penitenciários lotados no Presídio Estadual de Alegrete, acompanhados por quatro diretores sindicais da Amapergs protocolaram um pedido de interdição pública da cadeia de Alegrete.
O documento foi entregue na 2ª Vara, no Fórum da Comarca de Alegrete. Uma equipe de agentes, acompanhou a entrega, que contou com o respaldo do Sindicato dos Agentes.
A penitenciária de Alegrete desde 2015 está com as estruturas condenadas pela engenharia prisional da Susepe. As péssimas condições, num ambiente desumano, abrigam uma massa carcerária de 224 apenados, num espaço criado para 81 detentos.
O problema agravou e as constantes fugas, arremessos de drogas e a quantidade de celulares apreendidos obrigaram os servidores a tomarem uma medida drástica.
Para piorar, o Juiz de Direito da VEC da cidade de Uruguaiana, deferiu o pedido de transferência dos 60 presos que estão naquele município. A situação nas casas prisionais de Uruguaiana é grave também, e conforme o magistrado, está proibido o recebimento de novos presos oriundos de Alegrete.
Superlotado, o presídio de Alegrete não oferece seguranças aos agentes. O documento relata a diversidade de problemas que os servidores passam no cotidiano da penitenciária. O pedido foi protocolado de forma administrativa e conforme Rodrigo Kist da Amapergs, ainda esta semana o Sindicato entrará com uma ação cível pública contra o governador José Ivo Sartori, onde pleiteia mais casas prisionais, materiais para os agentes e a construção imediata da nova casa prisional de Alegrete.
“Sentamos, conversamos em diversas oportunidades com a Casa Civil. Foi feito todo um esforço em idealizar esse novo presídio de Alegrete, mas tudo ficou na conversa. Drasticamente e com tristeza tomamos esta atitude de pedir a interdição total da casa”, destacou o diretor sindical.
Os agentes consideram o caso de calamidade pública. “É preciso uma ação imediata das autoridades. A situação passou do limite”, desabafou um servidor.
O documento foi entregue na 2ª Vara, no Fórum da Comarca de Alegrete. Uma equipe de agentes, acompanhou a entrega, que contou com o respaldo do Sindicato dos Agentes.
A penitenciária de Alegrete desde 2015 está com as estruturas condenadas pela engenharia prisional da Susepe. As péssimas condições, num ambiente desumano, abrigam uma massa carcerária de 224 apenados, num espaço criado para 81 detentos.
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| Foto: Portal Alegrete Tudo |
O problema agravou e as constantes fugas, arremessos de drogas e a quantidade de celulares apreendidos obrigaram os servidores a tomarem uma medida drástica.
Para piorar, o Juiz de Direito da VEC da cidade de Uruguaiana, deferiu o pedido de transferência dos 60 presos que estão naquele município. A situação nas casas prisionais de Uruguaiana é grave também, e conforme o magistrado, está proibido o recebimento de novos presos oriundos de Alegrete.
Superlotado, o presídio de Alegrete não oferece seguranças aos agentes. O documento relata a diversidade de problemas que os servidores passam no cotidiano da penitenciária. O pedido foi protocolado de forma administrativa e conforme Rodrigo Kist da Amapergs, ainda esta semana o Sindicato entrará com uma ação cível pública contra o governador José Ivo Sartori, onde pleiteia mais casas prisionais, materiais para os agentes e a construção imediata da nova casa prisional de Alegrete.“Sentamos, conversamos em diversas oportunidades com a Casa Civil. Foi feito todo um esforço em idealizar esse novo presídio de Alegrete, mas tudo ficou na conversa. Drasticamente e com tristeza tomamos esta atitude de pedir a interdição total da casa”, destacou o diretor sindical.
Os agentes consideram o caso de calamidade pública. “É preciso uma ação imediata das autoridades. A situação passou do limite”, desabafou um servidor.
Com as informações (fonte): Portal Alegrete Tudo

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