PREFEITO SOLICITA AUXÍLIO AOS MINISTROS DA INTEGRAÇÃO E DESENVOLVIMENTO SOCIAL PARA FAMÍLIAS DESABRIGADAS DE SÃO BORJA
A semana começou com boas notícias para as famílias de São Borja que estão desalojadas e desabrigadas. O Rio Uruguai começou a baixar e já está com 13 metros 66 centímetros, desceu 1 metro e 22 centímetros em dois dias. Porém as principais novidades chegam da reunião solicitada pelo prefeito Eduardo Bonotto com os Ministros da Integração Nacional Hélder Barbalho e do Desenvolvimento Social Osmar Terra, que ocorreu na segunda-feira (12/06) em Uruguaiana.
O chefe do Poder Executivo cobrou uma atenção especial do governo federal para Fronteira Oeste, pois, o número de pessoas atingidas pela cheia do Rio Uruguai na região é superior as outras cidades do estado. Bonotto mostrou na reunião da Famurs da semana passada, que os prejuízos nas três cidades afetaram zona urbana e rural, comprometendo a infraestrutura, comércio e agricultura. Neste sentido, o prefeito ressaltou ser necessário a vinda dos Ministros para Fronteira Oeste com o propósito de conversar com os prefeitos da região e saber a realidade da região.
O encontro proporcionou o prefeito Eduardo Bonotto a fazer pedidos diretos e pontuais aos Ministros. Em seu pronunciamento, explicou que São Borja enfrenta sua terceira maior enchente nos últimos 34 anos, citou que o volume de chuva em 2017 é o maior registrado desde 1956, há 61 anos. Essa realidade o levou a decretar situação de emergência por duas vezes em menos de dois meses.
Tendo em vista a gravidade do momento, o prefeito solicitou a homologação do decreto de emergência pela União e mostrou a necessidade de fomentar projetos habitacionais nos municípios. Bonotto esclareceu que as cheias do Rio no Uruguai são frequentes na região, e o trabalho de remoção das famílias ocorre inúmeras vezes no ano. O chefe do Poder Executivo argumentou que muitas famílias que vivem na zona ribeirinha, tiram o sustento do Rio, por isso, seria necessário estabelecer um projeto de construção de casa populares nas proximidades do local, em um terreno que não pegue enchente e não inviabilize a atividade econômica dessas pessoas.
O prefeito também pediu que seja liberado às famílias atingidas pela enchente o Cartão Reforma, um programa social que oferece uma linha de crédito para compra de até R$ 5 mil em materiais de construção. Outra solicitação de Bonotto é para que o governo federal libere o Fundo de Garantia, e antecipe o Bolsa Família às pessoas prejudicadas pelas cheias. Solicitação prontamente atendida pelo Ministro Osmar Terra, que nos próximos dias estará adiantando o pagamento do benefício do Bolsa Família.
Em relação às Prefeituras, Bonotto reivindicou ao governo federal linhas de crédito para os municípios investirem em Infraestrutura, área muito prejudicada pelo excesso de chuvas e enchente. O prefeito pede que a União libere financiamentos com maior prazo e condições diferenciadas para essas cidades, a fim de realizarem melhorias nas estradas rurais e recuperarem a pavimentação urbana.
Por fim, o prefeito Eduardo Bonotto ainda conversou em Uruguaiana com a equipe da Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA), que estará retornando para São Borja para dar suporte por mais mais três dias.
O chefe do Poder Executivo cobrou uma atenção especial do governo federal para Fronteira Oeste, pois, o número de pessoas atingidas pela cheia do Rio Uruguai na região é superior as outras cidades do estado. Bonotto mostrou na reunião da Famurs da semana passada, que os prejuízos nas três cidades afetaram zona urbana e rural, comprometendo a infraestrutura, comércio e agricultura. Neste sentido, o prefeito ressaltou ser necessário a vinda dos Ministros para Fronteira Oeste com o propósito de conversar com os prefeitos da região e saber a realidade da região.
O encontro proporcionou o prefeito Eduardo Bonotto a fazer pedidos diretos e pontuais aos Ministros. Em seu pronunciamento, explicou que São Borja enfrenta sua terceira maior enchente nos últimos 34 anos, citou que o volume de chuva em 2017 é o maior registrado desde 1956, há 61 anos. Essa realidade o levou a decretar situação de emergência por duas vezes em menos de dois meses.
Tendo em vista a gravidade do momento, o prefeito solicitou a homologação do decreto de emergência pela União e mostrou a necessidade de fomentar projetos habitacionais nos municípios. Bonotto esclareceu que as cheias do Rio no Uruguai são frequentes na região, e o trabalho de remoção das famílias ocorre inúmeras vezes no ano. O chefe do Poder Executivo argumentou que muitas famílias que vivem na zona ribeirinha, tiram o sustento do Rio, por isso, seria necessário estabelecer um projeto de construção de casa populares nas proximidades do local, em um terreno que não pegue enchente e não inviabilize a atividade econômica dessas pessoas.
O prefeito também pediu que seja liberado às famílias atingidas pela enchente o Cartão Reforma, um programa social que oferece uma linha de crédito para compra de até R$ 5 mil em materiais de construção. Outra solicitação de Bonotto é para que o governo federal libere o Fundo de Garantia, e antecipe o Bolsa Família às pessoas prejudicadas pelas cheias. Solicitação prontamente atendida pelo Ministro Osmar Terra, que nos próximos dias estará adiantando o pagamento do benefício do Bolsa Família.
Em relação às Prefeituras, Bonotto reivindicou ao governo federal linhas de crédito para os municípios investirem em Infraestrutura, área muito prejudicada pelo excesso de chuvas e enchente. O prefeito pede que a União libere financiamentos com maior prazo e condições diferenciadas para essas cidades, a fim de realizarem melhorias nas estradas rurais e recuperarem a pavimentação urbana.
Por fim, o prefeito Eduardo Bonotto ainda conversou em Uruguaiana com a equipe da Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA), que estará retornando para São Borja para dar suporte por mais mais três dias.
Fonte: Decom / Prefeitura de São Borja

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