FEBRE AMARELA: Município de Tapejara está em alerta e segue orientações da 6 ª Coordenadoria Regional de Saúde
Tapejara - Neste mês de janeiro o Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS) emitiu um alerta epidemiológico de atualização sobre a febre amarela, com recomendações aos municípios gaúchos sobre o controle da presença do vírus e a atualização vacinal da população.
A secretaria de Saúde, Rosane Faedo Merotto, salienta que Tapejara está em alerta, assim como todos os municípios gaúchos e que o município segue a orientação da 6 ª Coordenadoria Regional de Saúde em manter a vacinação somente nas quintas-feiras para não haver perda de doses de vacinas, pois, após aberta deve ser descartada em quatro horas. Cada frasco tem 10 doses.
A vacina pode ser feita nas quintas-feiras durante todo dia no Posto Centro, de manhã no Posto Treze de Maio e, à tarde, no Posto São Paulo. É necessário levar a carteira de vacinação e o cartão SUS.
Esclarecimentos ou dúvidas podem ser sanadas todos os dias em todos os postos com os profissionais.
VACINAÇÃO
A vacina contra a febre amarela integra o Calendário Nacional de Vacinação do Sistema Único de Saúde e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde. É recomendada a imunização das pessoas que vão viajar para regiões silvestres, rurais ou de mata dentro de áreas com indicação de vacinação e/ou circulação do vírus. A vacina deve ser feita dez dias antes da data da viagem.
Pessoas com 60 anos ou mais que nunca foram vacinados, ou sem comprovante de vacinação, o médico deverá avaliar o risco/benefício da vacinação e emitir receita. O esquema vacinal de crianças de nove meses a quatro anos completos: administrar uma dose a partir dos nove meses de idade e uma dose reforço aos quatro anos de idade com intervalo mínimo de 30 dias entre as doses. O esquema vacinal de pessoas acima de cinco anos de idade:
- com uma dose da vacina administrada antes dos 5 anos de idade: administrar uma única dose de reforço;
- com uma dose da vacina administrada com mais de 5 anos de idade: administrar uma dose única de reforço, 10 anos após a administração da 1º dose;
- com duas doses da vacina: considerar vacinado. Não administrar nenhuma dose.
- não vacinados ou sem comprovante da vacinação: administrar a primeira dose da vacina e uma dose de reforço, 10 anos após a administração dessa dose.
A vacina não está indicada para gestantes, mulheres que estiverem amamentando e crianças menores de seis meses.
FEBRE AMARELA
A febre amarela é uma arbovirose, ou seja doença causada por um vírus transmitido por mosquitos. No Rio Grande do Sul, a transmissão é feita pelo mosquito Haemagogus leucocelaenus, espécie nativa, amplamente distribuída em ambientes silvestres.
Em virtude dos recentes ataques a bugios, possivelmente em função do medo da febre amarela, a Secretaria Estadual da Saúde esclarece e alerta a população que o animal não é o responsável pela transmissão da doença. Pelo contrário, esses primatas ajudam a detectar a circulação do vírus. Todas as espécies de macacos são "sentinelas", ou seja, a mortalidade destes animais pode indicar a presença do vírus em determinada região, fazendo com que se inicie a vacinação das pessoas antes que ocorram casos humanos da doença. Portanto, a preservação dos macacos é muito importante para a saúde pública.
O quadro clínico típico da Febre Amarela caracteriza-se por manifestações de insuficiência renal e hepática. O período inicial chamado de prodrômico, tem início súbito e sintomas inesperado como febre, calafrios, cefaleia, lombalgia, prostração, náuseas e vômitos. Após esse período, geralmente ocorre declínio da temperatura e diminuição dos sintomas, provocando sensação de melhora no paciente. Dura poucas horas, no máximo um ou dois dias. Por fim, inicia-se o período toxêmico, quando reaparece a febre, a diarreia e os vômitos tem aspecto de borra de café. Instala-se um quadro de insuficiência hepatorrenal com agravamento clinico podendo evoluir para o coma ou morte.
A secretaria de Saúde, Rosane Faedo Merotto, salienta que Tapejara está em alerta, assim como todos os municípios gaúchos e que o município segue a orientação da 6 ª Coordenadoria Regional de Saúde em manter a vacinação somente nas quintas-feiras para não haver perda de doses de vacinas, pois, após aberta deve ser descartada em quatro horas. Cada frasco tem 10 doses.
| Foto:Divulgação |
A vacina pode ser feita nas quintas-feiras durante todo dia no Posto Centro, de manhã no Posto Treze de Maio e, à tarde, no Posto São Paulo. É necessário levar a carteira de vacinação e o cartão SUS.
Esclarecimentos ou dúvidas podem ser sanadas todos os dias em todos os postos com os profissionais.
VACINAÇÃO
A vacina contra a febre amarela integra o Calendário Nacional de Vacinação do Sistema Único de Saúde e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde. É recomendada a imunização das pessoas que vão viajar para regiões silvestres, rurais ou de mata dentro de áreas com indicação de vacinação e/ou circulação do vírus. A vacina deve ser feita dez dias antes da data da viagem.
Pessoas com 60 anos ou mais que nunca foram vacinados, ou sem comprovante de vacinação, o médico deverá avaliar o risco/benefício da vacinação e emitir receita. O esquema vacinal de crianças de nove meses a quatro anos completos: administrar uma dose a partir dos nove meses de idade e uma dose reforço aos quatro anos de idade com intervalo mínimo de 30 dias entre as doses. O esquema vacinal de pessoas acima de cinco anos de idade:
- com uma dose da vacina administrada antes dos 5 anos de idade: administrar uma única dose de reforço;
- com uma dose da vacina administrada com mais de 5 anos de idade: administrar uma dose única de reforço, 10 anos após a administração da 1º dose;
- com duas doses da vacina: considerar vacinado. Não administrar nenhuma dose.
- não vacinados ou sem comprovante da vacinação: administrar a primeira dose da vacina e uma dose de reforço, 10 anos após a administração dessa dose.
A vacina não está indicada para gestantes, mulheres que estiverem amamentando e crianças menores de seis meses.
FEBRE AMARELA
A febre amarela é uma arbovirose, ou seja doença causada por um vírus transmitido por mosquitos. No Rio Grande do Sul, a transmissão é feita pelo mosquito Haemagogus leucocelaenus, espécie nativa, amplamente distribuída em ambientes silvestres.
Em virtude dos recentes ataques a bugios, possivelmente em função do medo da febre amarela, a Secretaria Estadual da Saúde esclarece e alerta a população que o animal não é o responsável pela transmissão da doença. Pelo contrário, esses primatas ajudam a detectar a circulação do vírus. Todas as espécies de macacos são "sentinelas", ou seja, a mortalidade destes animais pode indicar a presença do vírus em determinada região, fazendo com que se inicie a vacinação das pessoas antes que ocorram casos humanos da doença. Portanto, a preservação dos macacos é muito importante para a saúde pública.
O quadro clínico típico da Febre Amarela caracteriza-se por manifestações de insuficiência renal e hepática. O período inicial chamado de prodrômico, tem início súbito e sintomas inesperado como febre, calafrios, cefaleia, lombalgia, prostração, náuseas e vômitos. Após esse período, geralmente ocorre declínio da temperatura e diminuição dos sintomas, provocando sensação de melhora no paciente. Dura poucas horas, no máximo um ou dois dias. Por fim, inicia-se o período toxêmico, quando reaparece a febre, a diarreia e os vômitos tem aspecto de borra de café. Instala-se um quadro de insuficiência hepatorrenal com agravamento clinico podendo evoluir para o coma ou morte.
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