Brasília (DF) - Representantes das maiores centrais sindicais do País demostraram apoio ao presidente em exercício Michel Temer, durante almoço no Palácio do Jaburu. Eles afirmaram que as medidas que o governo pretende implementar, como as fiscais e as relacionadas à Previdência e trabalho se fazem urgentes e são emergenciais.
A reunião contou com 85 representantes de sindicatos ligados as quatro maiores centrais sindicais do País: Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT), Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) e Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB). Esse grupo, junto, representa cerca de 60% dos sindicatos e tem aproximadamente cinco milhões de filiados. Eles também fazem parte do grupo de trabalho que estuda medidas para aprimorar a Previdência Social, que atualmente apresenta um déficit bilionário e insustentável.
Coragem
O deputado Roberto de Lucena (PV-SP), vice-presidente nacional da União Geral dos Trabalhadores (UGT), considerou a reforma da previdência urgente. “É de muita coragem tratar desse tema considerando que os últimos governos identificaram essa necessidade e não tiveram a coragem e a força de enfrentar”, avaliou.
“O governo Temer faz isso em um ambiente político complexo. Sem a reforma previdenciária, nós estaremos permitindo um colapso nas garantias de todos os trabalhadores”, observou.
Segundo ele, é muito importante tratar esse assunto e o grupo de trabalho do qual as centrais fazem parte vai apresentar propostas ao presidente nos próximos dias.
José Calixto Ramos, presidente da Nova Central, afirmou que as medidas que o governo vêm implementando são necessárias. “Ele tem muita coragem de já enfrentar agora a matéria de previdência e trabalhista”, afirmou.
Otimismo
O executivo ainda considerou que os trabalhadores estão otimistas com o novo governo. “Sempre fui muito otimista e acho que o governo de Temer traz um alento novo. Teremos experiências novas. Não vai se falar do governo Temer com pessimismo. Há esperança”, ponderou.
Para o deputado Paulinho da Força, representante da Força Sindical, uma das primeiras preocupações do governo é o emprego. Ele observou ainda que o tema tem sido tratado com o presidente e serão apresentadas propostas para reverter o número de desempregados.
Antônio Neto, presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), relatou que a reunião com as centrais tentou avançar na discussão de soluções para a crise econômica.
“Queremos apresentar ao presidente sugestões para reduzir o desemprego e colocar a economia para girar de forma que beneficie o povo”, afirmou.
Fonte: Portal Planalto
A reunião contou com 85 representantes de sindicatos ligados as quatro maiores centrais sindicais do País: Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT), Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) e Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB). Esse grupo, junto, representa cerca de 60% dos sindicatos e tem aproximadamente cinco milhões de filiados. Eles também fazem parte do grupo de trabalho que estuda medidas para aprimorar a Previdência Social, que atualmente apresenta um déficit bilionário e insustentável.
Coragem
O deputado Roberto de Lucena (PV-SP), vice-presidente nacional da União Geral dos Trabalhadores (UGT), considerou a reforma da previdência urgente. “É de muita coragem tratar desse tema considerando que os últimos governos identificaram essa necessidade e não tiveram a coragem e a força de enfrentar”, avaliou.
“O governo Temer faz isso em um ambiente político complexo. Sem a reforma previdenciária, nós estaremos permitindo um colapso nas garantias de todos os trabalhadores”, observou.
Segundo ele, é muito importante tratar esse assunto e o grupo de trabalho do qual as centrais fazem parte vai apresentar propostas ao presidente nos próximos dias.
| Foto: Beto Barata/PR |
Otimismo
O executivo ainda considerou que os trabalhadores estão otimistas com o novo governo. “Sempre fui muito otimista e acho que o governo de Temer traz um alento novo. Teremos experiências novas. Não vai se falar do governo Temer com pessimismo. Há esperança”, ponderou.
Para o deputado Paulinho da Força, representante da Força Sindical, uma das primeiras preocupações do governo é o emprego. Ele observou ainda que o tema tem sido tratado com o presidente e serão apresentadas propostas para reverter o número de desempregados.
Antônio Neto, presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), relatou que a reunião com as centrais tentou avançar na discussão de soluções para a crise econômica.
“Queremos apresentar ao presidente sugestões para reduzir o desemprego e colocar a economia para girar de forma que beneficie o povo”, afirmou.
Fonte: Portal Planalto
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