Brasília (DF) - Acre, Amapá, Roraima, Rondônia e Tocantins foram literalmente esquecidos pelo governo do presidente em exercício Michel Temer. E não estamos falando de políticas públicas, ministérios ou leis, mas de um símbolo um pouco mais delicado, porém problemático: as estrelas que estampam a bandeira do slogan do recente governo.
De acordo com a Folha de S. Paulo, o logotipo do presidente em exercício se baseia em uma versão desatualizada da bandeira do Brasil, que vigorou entre 1960 a 1968, época da ditadura Militar, e que continha apenas 22 estrelas representantes dos estados.
Hoje, a versão atual da bandeira do país tem 27 estrelas que representam todos os territórios e o Distrito Federal.
No símbolo escolhido pela gestão Temer não estão representados o Acre, que foi inserido a partir de 1968, e os estados Amapá, Roraima, Rondônia e Tocantins, que só entraram na versão de 1992. Ainda, de acordo com a Folha, esta última mudança a estrela que representava o extinto estado da Guanabara passou a simbolizar o Mato Grosso do Sul.
A bandeira retrógrada é acompanhada da frase de efeito "Ordem e Progresso", lema da escola filosófica e religiosa do positivismo de Augusto Comte.
Fonte: www.brasilpost.com.br
De acordo com a Folha de S. Paulo, o logotipo do presidente em exercício se baseia em uma versão desatualizada da bandeira do Brasil, que vigorou entre 1960 a 1968, época da ditadura Militar, e que continha apenas 22 estrelas representantes dos estados.
Hoje, a versão atual da bandeira do país tem 27 estrelas que representam todos os territórios e o Distrito Federal.
No símbolo escolhido pela gestão Temer não estão representados o Acre, que foi inserido a partir de 1968, e os estados Amapá, Roraima, Rondônia e Tocantins, que só entraram na versão de 1992. Ainda, de acordo com a Folha, esta última mudança a estrela que representava o extinto estado da Guanabara passou a simbolizar o Mato Grosso do Sul.
A bandeira retrógrada é acompanhada da frase de efeito "Ordem e Progresso", lema da escola filosófica e religiosa do positivismo de Augusto Comte.
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