Em Alegrete, as maiores escolas estaduais da cidade aderiram a greve dos professores. Na Escola Estadual Oswaldo Aranha a adesão deve passar dos 90%, assim como no Emílio Zuñeda, onde segundo a direção, a maioria está em greve.
Já na Escola Estadual Demétrio Ribeiro, de acordo com informações, cerca de 50% dos professores aderiram a paralisação. Em contato com a Escola Estadual Dr. Lauro Dornelles, a direção esclareceu que poucos professores, pelo menos no turno da manhã, tinham parado.
A decisão de aderir ou não a greve é individual. Os docentes das series iniciais, normalmente não param, até porque nestes casos é somente um em sala de aula. É importante que os pais entrem em contato com as escolas de seus filhos para saber a situação. Pois cada educandário tem uma realidade diferente.
Nesta manhã, vários professores protestaram em frente às escolas. Com faixas e nariz de palhaço reivindicavam melhorias.
A decisão do Cpers Sindicato foi anunciada, no final tarde da última sexta- feira(13). Depois de participar da assembleia, em Porto Alegre, 19ª Núcleo do Cpers de Alegrete, decidiu junto ao comando central pela greve por tempo indeterminado.
Entre as solicitações da categoria estão: o fim do parcelamento de salários, reajuste de 13% nos vencimentos, cumprimento da lei do piso — que hoje estaria 69,44% defasado, de acordo com o sindicato —, IPE com pleno atendimento e sem aumento de descontos, o fim do fechamento de turmas e escolas e a disponibilidade de merenda para todos os alunos.
Ainda contra a retirada de um projeto de reenquadramento do difícil acesso, defesa e manutenção dos planos de carreira de professores e funcionários. O reajuste salarial exigido é de 13% do ano de 2015 e 11,86% de 2016.
Já na Escola Estadual Demétrio Ribeiro, de acordo com informações, cerca de 50% dos professores aderiram a paralisação. Em contato com a Escola Estadual Dr. Lauro Dornelles, a direção esclareceu que poucos professores, pelo menos no turno da manhã, tinham parado.
| Foto: Alegrete Tudo |
Nesta manhã, vários professores protestaram em frente às escolas. Com faixas e nariz de palhaço reivindicavam melhorias.
A decisão do Cpers Sindicato foi anunciada, no final tarde da última sexta- feira(13). Depois de participar da assembleia, em Porto Alegre, 19ª Núcleo do Cpers de Alegrete, decidiu junto ao comando central pela greve por tempo indeterminado.
Entre as solicitações da categoria estão: o fim do parcelamento de salários, reajuste de 13% nos vencimentos, cumprimento da lei do piso — que hoje estaria 69,44% defasado, de acordo com o sindicato —, IPE com pleno atendimento e sem aumento de descontos, o fim do fechamento de turmas e escolas e a disponibilidade de merenda para todos os alunos.
Ainda contra a retirada de um projeto de reenquadramento do difícil acesso, defesa e manutenção dos planos de carreira de professores e funcionários. O reajuste salarial exigido é de 13% do ano de 2015 e 11,86% de 2016.
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