Falta de efetivo, educação, respeito, bom senso e a disparidade entre o número de policias com relação ao número de apenados em regime semiaberto ou em prisão domiciliar, foram algumas das questões abordadas pelo o comandante do 2° Esquadrão em Alegrete, capitão Jean Roberto Quatrin.
Em entrevista a reportagem do PAT, o Capitão fez algumas considerações. As mais importantes estão relacionadas aos números de abordagens e prisões. Desde o início do ano até 29 de março de 2016, os policias fizeram 7.432 abordagens, destas 4.610 (carros e motos), o que resultou em 296 prisões. Isto da uma média diária de 85 abordagens e 3 prisões.
Questionado sobre a incidência de crimes estar mais relacionada à Zona Leste, Quatrin disse que a Brigada Militar tem a identificação de todos os “Bondes” e que a permanência dos já condenados em regime fechado, ajudaria muito. Mesmo assim, salienta que isto não depende apenas dos órgãos de segurança e sim de Leis menos brandas, que favorecem, na maioria das vezes, o bandido.
“De todas essas prisões, que fizemos até hoje. Onde estão os presos?” Questiona Quatrin.
Outro fato importante é quanto a vulnerabilidade social, que é muito maior nos bairros daquela região. E, soma-se a isso, o já conhecido déficit de efetivo.
O policiamento Comunitário continua ativo, porém em alguns momentos não pode permanecer somente na área de abrangência do núcleo, devido a outras ocorrências de caráter emergencial.
Segundo o comandante, no momento atual, não há como prever uma reversão do quadro a curto prazo, não só aqui, mas em todo o Estado. Essa observação foi feita, devido o crime que aconteceu na última segunda(28). Nesta noite havia duas viaturas disponíveis e quatro ocorrências simultâneas. Um latrocínio, um assalto no centro, um acidente nas proximidades da ponte Borges de Medeiros com lesões e um chamado na Câmara de Vereadores devido à perturbação envolvendo um cidadão descontrolado. Ao ser comunicado ele acionou o GOE, que nos últimos dias teve acréscimo de dois PMs.
Ele ressaltou que a população pode auxiliar e muito com informações. “A identidade é mantida em sigilo absoluto. O contato com o 190 ou com as comunitárias é de extrema relevância. Todo e qualquer conhecimento a mais sobre os fatos é válido”- comenta
A mobilização de outros órgãos para que Alegrete seja contemplado com um efetivo maior também foi mencionada. Alegrete está com menos da metade do efetivo ideal para uma cidade com o atual contingente populacional do Município.
Algumas mudanças quanto aos núcleos comunitários, isso se deve desde questões disciplinares até férias, laudos, licenças entre outros.
Uma das formas para minimizar o índice de criminalidade, são operações que a Brigada Militar vai implementar nos próximos dias. O Comandante falou sobre a Operação Avante, que vai acontecer em dias aleatórios com barreiras e abordagens em carros, motos e pessoas. Com essas informações que vamos colher nessas blitz e outras do nosso serviço de inteligência, teremos um mapa mais preciso dos pontos mais críticos da violência na cidade, comentou o comandante.
Em entrevista a reportagem do PAT, o Capitão fez algumas considerações. As mais importantes estão relacionadas aos números de abordagens e prisões. Desde o início do ano até 29 de março de 2016, os policias fizeram 7.432 abordagens, destas 4.610 (carros e motos), o que resultou em 296 prisões. Isto da uma média diária de 85 abordagens e 3 prisões.
Questionado sobre a incidência de crimes estar mais relacionada à Zona Leste, Quatrin disse que a Brigada Militar tem a identificação de todos os “Bondes” e que a permanência dos já condenados em regime fechado, ajudaria muito. Mesmo assim, salienta que isto não depende apenas dos órgãos de segurança e sim de Leis menos brandas, que favorecem, na maioria das vezes, o bandido.
“De todas essas prisões, que fizemos até hoje. Onde estão os presos?” Questiona Quatrin.
Outro fato importante é quanto a vulnerabilidade social, que é muito maior nos bairros daquela região. E, soma-se a isso, o já conhecido déficit de efetivo.
O policiamento Comunitário continua ativo, porém em alguns momentos não pode permanecer somente na área de abrangência do núcleo, devido a outras ocorrências de caráter emergencial.
Segundo o comandante, no momento atual, não há como prever uma reversão do quadro a curto prazo, não só aqui, mas em todo o Estado. Essa observação foi feita, devido o crime que aconteceu na última segunda(28). Nesta noite havia duas viaturas disponíveis e quatro ocorrências simultâneas. Um latrocínio, um assalto no centro, um acidente nas proximidades da ponte Borges de Medeiros com lesões e um chamado na Câmara de Vereadores devido à perturbação envolvendo um cidadão descontrolado. Ao ser comunicado ele acionou o GOE, que nos últimos dias teve acréscimo de dois PMs.
Ele ressaltou que a população pode auxiliar e muito com informações. “A identidade é mantida em sigilo absoluto. O contato com o 190 ou com as comunitárias é de extrema relevância. Todo e qualquer conhecimento a mais sobre os fatos é válido”- comenta
A mobilização de outros órgãos para que Alegrete seja contemplado com um efetivo maior também foi mencionada. Alegrete está com menos da metade do efetivo ideal para uma cidade com o atual contingente populacional do Município.
Algumas mudanças quanto aos núcleos comunitários, isso se deve desde questões disciplinares até férias, laudos, licenças entre outros.
Uma das formas para minimizar o índice de criminalidade, são operações que a Brigada Militar vai implementar nos próximos dias. O Comandante falou sobre a Operação Avante, que vai acontecer em dias aleatórios com barreiras e abordagens em carros, motos e pessoas. Com essas informações que vamos colher nessas blitz e outras do nosso serviço de inteligência, teremos um mapa mais preciso dos pontos mais críticos da violência na cidade, comentou o comandante.
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