Vestidos de pretos, com balões e cartazes servidores de todos os setores do Hospital pararam suas atividades, como um grito de socorro pela grave situação financeira da Santa Casa.
A maior crise dos hospitais filantrópicos gaúchos, entre os quais a Santa Casa de Alegrete agravada pelo bloqueio de verbas do Governo Federal ao RS, bem como, a desfasagem dos serviços realizados pelos SUS esvaziou os cofres do hospital desde outubro de 2014. – Desde que estou no hospital, há 13 anos, considero a crise mais aguda”, enfatizou Antonio Jorge Barcellos.
Mesmo com o repasse de mais 762 mil do Governo do Estado-(sem reajuste),esta semana, referentes aos serviços de novembro de 2015, a situação continua crítica. Os salários principalmente dos médicos continuam atrasados. Também não foi pago o 13º deles.
O provedor Antônio Jorge Barcellos diz que este valor foi como uma agulha num palheiro. “Tive que escolher o que pagar,porque muita dívida. Mas conseguimos quitar o restante dos salários dos médicos de dezembro do ano passado. Para se ter uma ideia, esclarece que o não repasse de serviços atrasados de dezembro de 2015 e janeiro deste ano já somam mais de 2 milhões e 200 mil reais.
Esta situação de extrema crise levou os funcionários do hospital a realizar uma paralisação nesta terça feira, 16. Eles interromperam suas atividades duas horas no turno da manhã e duas à tarde. Só funcionou o atendimento de mais necessidade aos pacientes.
O objetivo é chamar a atenção da comunidade para a gravíssima situação financeira do hospital.
O provedor observou ainda que acabou a bala na agulha, no sentido de fazer empréstimo junto a Banrisul, o que possibilitava que o Hospital mantivesse as contas “equilibradas” por um bom tempo em 2015.
Fotos: Vera Soares Pedroso e Lincoln Sena
A maior crise dos hospitais filantrópicos gaúchos, entre os quais a Santa Casa de Alegrete agravada pelo bloqueio de verbas do Governo Federal ao RS, bem como, a desfasagem dos serviços realizados pelos SUS esvaziou os cofres do hospital desde outubro de 2014. – Desde que estou no hospital, há 13 anos, considero a crise mais aguda”, enfatizou Antonio Jorge Barcellos.
Mesmo com o repasse de mais 762 mil do Governo do Estado-(sem reajuste),esta semana, referentes aos serviços de novembro de 2015, a situação continua crítica. Os salários principalmente dos médicos continuam atrasados. Também não foi pago o 13º deles.
O provedor Antônio Jorge Barcellos diz que este valor foi como uma agulha num palheiro. “Tive que escolher o que pagar,porque muita dívida. Mas conseguimos quitar o restante dos salários dos médicos de dezembro do ano passado. Para se ter uma ideia, esclarece que o não repasse de serviços atrasados de dezembro de 2015 e janeiro deste ano já somam mais de 2 milhões e 200 mil reais.
Esta situação de extrema crise levou os funcionários do hospital a realizar uma paralisação nesta terça feira, 16. Eles interromperam suas atividades duas horas no turno da manhã e duas à tarde. Só funcionou o atendimento de mais necessidade aos pacientes.
O objetivo é chamar a atenção da comunidade para a gravíssima situação financeira do hospital.
O provedor observou ainda que acabou a bala na agulha, no sentido de fazer empréstimo junto a Banrisul, o que possibilitava que o Hospital mantivesse as contas “equilibradas” por um bom tempo em 2015.
Fotos: Vera Soares Pedroso e Lincoln Sena
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