Tony Capellão
Gilmar Rinaldi e Jairo Jorge pedirão agilidade na liberação de recursos para executar projetos de contenção de inundações
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Em encontro com prefeito de Esteio, Gilmar Rinadi, o prefeito de Canoas, Jairo Jorge, retomou o sentido de urgência dos projetos de contenção de inundações. As cidades de Esteio e Canoas firmaram em 2013 um acordo para os estudos de enfrentamento ao problema, oriundo dos Arroios Sapucaia e Guajuviras.
"Trabalhamos quase um ano neste projeto e entendemos que, diante da situação de gravidade que estamos vivendo hoje na Região Metropolitana, especialmente em Esteio, seja colocado em prática e se torne uma prioridade", avaliou Jairo.
No encontro, ficou acertado o pedido de audiência com o governador José Ivo Sartori, uma vez que o projeto, na ordem de R$136 milhões, foi feito em parceria com a Metroplan. Nesta reunião, os prefeitos devem pedir a intermediação de uma audiência com a presidente Dilma Rousseff para agilidade na liberação de recursos.
Entenda o projeto e as etapas já realizadas
1. As duas prefeituras montaram um grupo de trabalho em 2013, envolvendo também técnicos do Estado, que realizaram estudos nas áreas onde ocorrem as cheias. A partir do protocolo de cooperação entre as duas prefeituras, foi acionado o Estado (Metroplan), que tinha recursos do PAC para estudos e projetos do sistema de proteção da Bacia do Rio dos Sinos.
2. O prefeito Jairo Jorge, no dia 11 de setembro de 2014, assinou o decreto que declarou 62 hectares de áreas de utilidade pública para a criação das bacias de contenção de água do arroio Guajuviras.
3. O anteprojeto foi concluído e está em análise no Ministério das Cidades. As licenças prévias dos projetos foram concedidas, as análises imobiliárias estão concluídas e a declaração de utilidade pública para desapropriação de áreas foi apresentada.
4. O estudo trabalha com a perspectiva de transformar a BR-448 em um dique projetado onde não existe ainda um sistema de proteção, incluindo valas, drenagens e casa de bombas. Também prevê bacias de reservação, a ampliação de canais de macrodrenagens do Arroio Guajuviras, revestimento e ampliação de canais dentro da Refap, além de projetos executivos para os próximos 50 anos.
5. Foram estabelecidas duas etapas para a utilização dos recursos do Governo Federal: uma a curto prazo, para as obras da bacia de reservação e ampliação dos canais de macrodrenagem do Arroio Guajuviras para um tempo de recorrência de 25 anos. Na outra etapa, são buscados recursos para projetos com um tempo de recorrência de 50 anos.
6. A bacia do Arroio Sapucaia é do tipo "off-line", em que há um desvio do rio para a bacia e restituição ao escoamento. Neste sistema, a área é inundada apenas nos eventos extremos, podendo ser utilizada como parques lineares a maior parte do tempo, agregando espaços de lazer à comunidade.
8. As bacias previstas no Arroio Guajuviras são do tipo "in-line", em que o próprio leito do córrego é usado como reservatório durante o evento de cheia. As bacias terão cercamento para evitar ocupação desordenada.
No encontro, ficou acertado o pedido de audiência com o governador José Ivo Sartori, uma vez que o projeto, na ordem de R$136 milhões, foi feito em parceria com a Metroplan. Nesta reunião, os prefeitos devem pedir a intermediação de uma audiência com a presidente Dilma Rousseff para agilidade na liberação de recursos.
Entenda o projeto e as etapas já realizadas
1. As duas prefeituras montaram um grupo de trabalho em 2013, envolvendo também técnicos do Estado, que realizaram estudos nas áreas onde ocorrem as cheias. A partir do protocolo de cooperação entre as duas prefeituras, foi acionado o Estado (Metroplan), que tinha recursos do PAC para estudos e projetos do sistema de proteção da Bacia do Rio dos Sinos.
2. O prefeito Jairo Jorge, no dia 11 de setembro de 2014, assinou o decreto que declarou 62 hectares de áreas de utilidade pública para a criação das bacias de contenção de água do arroio Guajuviras.
3. O anteprojeto foi concluído e está em análise no Ministério das Cidades. As licenças prévias dos projetos foram concedidas, as análises imobiliárias estão concluídas e a declaração de utilidade pública para desapropriação de áreas foi apresentada.
4. O estudo trabalha com a perspectiva de transformar a BR-448 em um dique projetado onde não existe ainda um sistema de proteção, incluindo valas, drenagens e casa de bombas. Também prevê bacias de reservação, a ampliação de canais de macrodrenagens do Arroio Guajuviras, revestimento e ampliação de canais dentro da Refap, além de projetos executivos para os próximos 50 anos.
5. Foram estabelecidas duas etapas para a utilização dos recursos do Governo Federal: uma a curto prazo, para as obras da bacia de reservação e ampliação dos canais de macrodrenagem do Arroio Guajuviras para um tempo de recorrência de 25 anos. Na outra etapa, são buscados recursos para projetos com um tempo de recorrência de 50 anos.
6. A bacia do Arroio Sapucaia é do tipo "off-line", em que há um desvio do rio para a bacia e restituição ao escoamento. Neste sistema, a área é inundada apenas nos eventos extremos, podendo ser utilizada como parques lineares a maior parte do tempo, agregando espaços de lazer à comunidade.
8. As bacias previstas no Arroio Guajuviras são do tipo "in-line", em que o próprio leito do córrego é usado como reservatório durante o evento de cheia. As bacias terão cercamento para evitar ocupação desordenada.
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