| FOTO: Paulo André Dutra |
A balsa, que estava desativada há cerca de um ano, é um importante meio de escoar a produção e o fluxo de veículos e de pessoas, beneficiando os três municípios. "A RS 566 e a travessia são instrumentos fundamentais para o aprofundamento da integração regional", caracteriza a agora prefeita em exercício Preta Mulazzani.
O convênio prevê o custeio das despesas com estudos e serviços preliminares, material, mão de obra, bem como as taxas de vistoria e de liberação sob responsabilidade dos três municípios, sendo a divisão do investimento em 33,34% para Maçambará e Alegrete e Itaqui com 33,33% cada.
Além disso, o convênio também estabelece a divisão de responsabilidades entre os conveniados. A Maçambará cabe os procedimentos administrativos, como a licitação e a assinatura do contrato com a empresa que vai realizar a obra. Fica também a cargo daquele município arrecadar o dinheiro junto aos demais conveniados e fazer o pagamento à empresa que será contratada e, depois da obra pronta, encaminhar junto à Marinha Brasileira a liberação da balsa para operações. A Alegrete e Itaqui cabe a fiscalização da obra juntamente com Macambará. O convênio tem validade de seis meses, podendo ser prorrogado por mais seis.
Erasmo Silva agradeceu a participação dos vereadores Rudi Pinto (PDT), Cabeto (PDT) e Márcio Amaral (PMDB) nas tratativas para a concretização do convênio, bem como os prefeitos Albérico Copetti, de Maçambará, e Gil Marques, de Itaqui. "Sempre dizemos que sozinhos não fazemos nada. Todos queremos fazer mais e melhor por nossas cidades e cada um fez a sua parte nesse caso", garantiu.
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